COVID 19: Comunicado aos Associados

Peter Villax, Presidente da Associação das Empresas Familiares

Vivemos nestes dias uma situação de excepção com a disseminação do COVID 19, cujos contornos e repercussão não conseguimos antever. As Empresas Familiares são, como bem sabem, o motor da economia. É essencial e obrigatório implementar medidas imediatas para conter a disseminação deste vírus.

Como gestores responsáveis que somos, devemos zelar pelo interesse das nossas comunidades e das nossas famílias, fazendo tudo o que está ao nosso alcance para minimizar o impacto social e económico desta crise. No passado recente demos o exemplo, reinventámos as nossas empresas, inovámos, procurámos novos mercados e assim, ultrapassámos uma crise económica severa. Agora, sem aviso somos de novo chamados a agir!

A necessidade destas medidas deve-se ao facto de este vírus ter uma taxa de transmissão muito elevada, o que, mesmo com uma taxa de letalidade eventualmente baixa, torna o seu potencial de mortalidade na população elevado. Assim, a Associação das Empresas Familiares aconselha os seus Associados a adoptar, desde já, medidas de contenção de contágio viral, na medida da possibilidade de cada empresa. Estas são:

  1. Trabalho a partir de casa para todos os trabalhadores cuja função assim o permita. Implementação de plano de teletrabalho;
  2. Proibição de viagens ao estrangeiro;
  3. Restrição de reuniões dentro da empresa com a participação de pessoas externas que tenham viajado a países de alto nível de contágio e progressão da doença;
  4. Obrigatoriedade de lavagem de mãos e de distanciamento social;
  5. Medição de temperatura à entrada das instalações, com proibição de entrada, no caso de a temperatura estar acima de 37,5○ C;
  6. Quarentena para colaboradores que estiveram em contacto com pessoas infectadas;
  7. Para o caso de empresas essenciais à segurança nacional ou de serviços essenciais (produção e distribuição de energia, abastecimento de água, produção e distribuição alimentar, produção e distribuição farmacêutica), constituição de equipas de colaboradores residentes e isolados na própria unidade empresarial ou industrial, para assegurar a continuidade do serviço à população.

Quanto mais depressa reconhecermos que esta pandemia é uma séria ameaça para a vida das pessoas e adoptarmos medidas que, como gestores responsáveis que somos, devemos tomar, mais depressa sairemos dela.

A Associação das Empresas Familiares está ainda a trabalhar em propostas concretas para apresentar aos agentes económicos e governo por forma a sensibilizar a comunidade para a urgência da implementação de medidas que deem respostas rápidas para minimizar as consequências económicas do COVID 19 na economia nacional.

Contamos com todos Vós!

Peter Villax
Presidente da Associação das Empresas Familiares

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Existe um plano de Sucessão e/ou foram tomadas ações para a transmissão da Gestão da Empresa?

Quantos membros da Família trabalham quotidianamente na Empresa? (considerar familiares directos e indirectos)

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